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5 SEGREDOS DA GESTÃO FINANCEIRA PARA ESCOLAS

By 10 de dezembro de 2018 junho 10th, 2019 No Comments
Gestão Financeira para Escolas

Se você tem dúvidas sobre como manter uma boa gestão financeira para escolas, confira o post de hoje.

Indicamos 5 segredos para melhorar a organização e aplicação dos processos financeiros de sua escola!

 

  1. Criar um bom Projeto Pedagógico

Desde 1996, com a instituição da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB),  todas as escolas têm a obrigação de criar um projeto pedagógico que orienta as diversas atividades realizadas na instituição.

Por meio dele são definidos:

  • a missão da escola;
  • seus valores e princípios;
  • as diretrizes educacionais;
  • as estratégias didático-pedagógicas;
  • os planos de ação;
  • as metas a curto, médio e longo prazo;
  • a maneira como os gastos são gerenciados.

A existência desse projeto é importante também porque é um integrador dos sujeitos que fazem parte da escola. Inclusive, deve ser construído em conjunto, com a participação de gestores, professores, familiares e alunos.  

 

  1. Controlar as despesas e receitas

Outro segredo é o controle das despesas e das receitas.

Ou seja, cada dinheiro que saí da conta da escola precisa ser registrado, assim como cada dinheiro que é creditado.

Dessa forma, identificando qual a situação financeira real pode-se trabalhar em direção as metas de maneira objetiva e coerente.

Uma forma de simplificar esse processo é: separar as despesas fixas das variáveis; classificar os tipos de gastos e receitas; e utilizar recursos tecnológicos de suporte à gestão.

Enfim, controlando mensal ou semanalmente o caixa da escola, é possível criar uma projeção de custos e programar gastos de maneira a reduzir os custos desnecessários.

 

  1. Realizar uma Projeção de Custos

A projeção de custos deve levar em consideração os gastos já conhecidos da escola como a folha de pagamento dos colaboradores, os impostos, as despesas fixas e os investimentos.

E, ainda, precisa prever diferentes cenários que podem ocorrer ao longo de todo o ano letivo.

Como exemplo, podemos pensar em diferentes situações:

  • meses com maior entrada de alunos;
  • períodos com inadimplências de pagamento de mensalidades;
  • meses em que são pagas as férias e o 13° de funcionários;
  • épocas em que os gastos com água e luz são elevados.

Lembramos também que é preciso, ao construir a projeção, inserir na planilha os recursos que já existem e aqueles que ainda precisam ser adquiridos.

 

  1. Implantar uma cultura da economia

Implantar uma cultura da economia é basear todas as ações da escola em uma ideologia que reconheça a necessidade de poupar recursos naturais e materiais e, consequentemente, minimizar gastos.

Abaixo citamos alguns exemplos de práticas que visam poupar:

  • reduzir as impressões e o gasto com papel;
  • apagar as luzes de ambientes que não estão sendo utilizados;
  • usar o telefone apenas quando for realmente necessário;
  • não deixar torneiras abertas gastando água.

Agindo em conformidade com essas práticas, é possível inclusive demonstrar para os alunos a relevância dessa cultura da economia.

E assim, eles acabam por transferir tais condutas para o meio externo ao ambiente escolar.

 

  1. Aproveitar Apps e Softwares de Gestão

Por último, ressaltamos que todos os outros segredos acima indicados podem ser facilitados a partir do uso de aplicativos e softwares específicos de gestão.

Estes possuem diversos recursos que visam facilitar o gerenciamento de uma escola.

  • agenda;
  • calendário;
  • boletins e nota;
  • planejamento de tarefas;
  • compartilhamento de materiais de estudo;
  • controle das mensalidades;
  • fichas financeiras.

Enfim, conseguem facilitar o trabalho dos gestores, dos professores e, ao mesmo tempo,  engajar alunos e pais.

Bom, essas são apenas alguns segredos para uma gestão financeira escolar de qualidade, mas se você quiser saber mais sobre o tema, deixe seu comentário logo abaixo!