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Educação em tempos de coronavírus: como as escolas podem atuar

Por 26 de abril de 2020 Sem comentários
Educação em tempos de coronavírus

É importante pensarmos sobre a educação em tempos de coronavírus. Visto que desde o início da pandemia causada pelo Covid-19 as escolas enfrentam uma situação única na história da humanidade.

Confira no texto a seguir uma reflexão sobre o momento atual, como as escolas devem agir diante da crise e o que esperar do futuro educacional escolar. 

Educação em tempos de Coronavírus: o que acontece?

Uma vez iniciada a crise gerada pelo Covid-19, as escolas enfrentam uma difícil situação, pois mantêm-se fechadas e impossibilitadas de promoverem as atividades de ensino tipicamente escolares. 

Além disso, alguns outros fatores que comprometem a prática dos educadores e surgiram devido à necessidade de isolamento imposta pelo coronavírus são: 

  • mudança abrupta de suas rotinas; 
  • essencialidade das capacidades de adaptação e flexibilidade; 
  • obrigatoriedade de reelaboração dos planejamentos pedagógicos; 
  • dificuldade em saber como organizar atividades online para os alunos; 
  • exigência da compreensão do espaço da casa como o atual espaço de trabalho;
  • alteração na forma de gerenciar o tempo produtivo. 

Ainda, devemos lembrar que nem todos os profissionais possuem os recursos adequados em suas casas para preparar e ministrar aulas.

Ou seja, cabe às escolas a difícil tarefa de prover material a todo corpo docente, visando manter a qualidade de ensino aos alunos. 

Finalmente, sabemos que embora a educação já tenha uma relação com as novas tecnologias, nem todas as instituições de ensino fazem uso das mesmas, por isso apresentam maiores dificuldades para reconstruir suas práticas pedagógicas. 

Educação na quarentena: como as escolas podem atuar?

Sem dúvida alguma durante a pandemia percebemos como as novas tecnologias podem ser fortes aliados na área educacional.

São elas que permitem manter o processo de ensino-aprendizagem com os alunos mesmo que a distância. 

Portanto, citamos algumas medidas que devem ser utilizadas pelas escolas a fim de que a educação não pare, mesmo na quarentena: 

  • buscar referências de ensino online em plataformas especializadas; 
  • possibilitar aos docentes materiais sobre educação a distância;
  • estimular a criatividade e inovação dos professores; 
  • realizar trabalho em conjunto da equipe pedagógica através de reuniões virtuais; 
  • montar de forma urgente planos de trabalho flexíveis; 
  • estabelecer diálogo constante com os pais das crianças; 
  • trabalhar em parceria com as famílias para facilitar o aprendizado dos alunos. 

Porém, devemos prestar atenção a algumas questões que o contato com a internet e o ensino online exigem como: 

  • o tempo de exposição à tela aos quais os alunos e os educadores são expostos; 
  • a manutenção da privacidade e proteção de dados; 
  • a necessidade de uma navegação assistida aos alunos. 

É também essencial que a carga horária de trabalho seja reduzida durante o período da quarentena devido ao coronavírus, pois a intenção não é sobrecarregar os professores e alunos.

Deve-se manter a saúde mental de todos nesse momento de crise e inseguranças. 

Mas e como será o futuro das escolas?  

Como resultado da crise desencadeada pelo coronavírus muitas pessoas estão se questionando sobre a educação e, especificamente, sobre o papel das escolas em um mundo cada vez mais virtual. 

Por isso, o que é importante salientarmos é que estamos vivendo uma fase crítica, mas que a partir dela é possível repensar as práticas educativas na sociedade contemporânea e compreender o forte vínculo que estabelecem com a tecnologia. 

Embora já em meados dos anos 1990 a informática tenha entrado na pauta educacional, infelizmente até o presente momento muitas instituições de ensino ainda não fazem uso da tecnologia ou se fazem, o fazem sem conhecimento suficiente. 

Veja aqui três maneiras de usar a tecnologia na educação infantil a seu favor.

Ora, o isolamento causado pelo Covid-19 está nos impondo esse novo olhar sobre a educação, um olhar em que é primordial aprender e apropriar-se dos diferentes recursos tecnológicos possíveis, da internet e da realidade virtual.

Afinal, nossos alunos fazem parte de uma sociedade altamente tecnológica e se ainda havia uma tendência a negar tal situação, agora torna-se impossível fazê-lo.

Conclusão

A fim de superar a crise, portanto, é preciso que os educadores desenvolvam uma ampla capacidade de resiliência, inovação, adaptação e visão de futuro, não se deixando abalar por discursos pessimistas.  

Para adaptarmos a educação em tempos de coronavírus, precisamos buscar as alternativas que já estão em funcionamento e que se ainda não transformaram o ambiente educacional completamente, a partir desse momento irão transformar. 

Sendo assim, se a sua escola ainda não conhece o SmartBaby, um recurso tecnológico que visa facilitar sua gestão escolar, aproveite o atual momento para conhecê-lo e iniciar agora mesmo uma educação voltada para o futuro. 

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